Resultados

Últimos resultados trimestrais publicados pela Empresa

Veja um resumo do Release de Resultados do 1T17 (primeiro trimestre de 2017) disponibilizado no site da CVM e também um resumo dos últimos resultados trimestrais publicados pela Empresa.

Mais detalhes acesse o site de Relações com Investidores http://www.slcagricola.com.br/ri 


Destaques do período

Financeiros (R$ mil) 2015 2016 AH 1T16 1T17 AH
Receita líquida 1.761.581 1.659.649 -5,8% 421.202 459.121 9,0%
Lucro bruto 433.121 246.468 -43,1% 73.673 184.950 151,0%
  Margem bruta 29,2% 15,4% -13,8 p.p 22,1% 52,9% 30,8 p.p
Resultado operacional 285.497 110.315 -61,4%  28.464  147.225 417,2%
  Margem operacional 19,3% 6,9% -12,4 p.p 8,5% 42,1% 33,6 p.p
Lucro líquido 121.171  15.641       -87,1%    (2.671) 83.940 n.m.
  Margem líquida 8,2% 1,0% -7,2 p.p -0,8% 24,0% 24,8 p.p
EBITDA ajustado 339.741 249.109 -26,7% 48.351 123.472 155,4%
Margem EBITDA ajustado 22,9% 15,6% -7,3 p.p 14,5% 35,3% 20,8 p.p
Dívida líquida  1.093.757 852.854 -22,0% 1.103.063 829.730 -24,8%

A expectativa para o ano de 2017 é bastante animadora, visto que as condições climáticas continuaram favoráveis em abril e início de maio, o que nos permitiu revisar para cima também as produtividades do algodão, cultura que está apresentando excelente aspecto. A melhoria do contexto econômico no país, em especial a queda das taxas de juros, também contribui para o cenário benéfico.


Panorama de mercado

Variação do preço das commodities

O mercado internacional do algodão apresentou significativa recuperação de preços no decorrer do último ano. Depois de cair ao menor nível dos últimos 7 anos em março de 2016, o preço voltou a subir acima no patamar de 75,0 centavos/libra na ICE futures US no final no 1T17. No Brasil, os preços medidos pelo Índice CEPEA/ESALQ também apresentaram recuperação, acabando por compensando inclusive a queda do Dólar diante do Real no mesmo período, devido principalmente à quebra da produção brasileira da safra 2015/16.

Mesmo com safras recordes nos EUA e na América do Sul na safra 2016/17, os preços da soja na CBOT (Chicago Board of Trade) no 1T17 mantiveram-se acima dos patamares do 1T16. A diminuição do ritmo das vendas dos produtores nos períodos de preços baixos, aliados a demanda favorável, especialmente da China, foram os principais fatores de sustentação apesar de safras recordes e previsão de aumento de estoques.

Os preços do milho apresentaram significativa volatilidade tanto no mercado doméstico como no internacional. No mercado internacional os preços sofreram maior impacto de pressão sobre os preços em 2016 com a safra recorde verificada nos EUA na safra 2016/17. No Brasil o movimento foi inverso e a alta dos preços foi muito expressiva em 2016, devido à quebra de produção da safra 2015/16 com preços convergindo em alguns momentos para paridade de importação. Porém com a retomada da produção na safra 2016/17 e com valorização do real, os preços domésticos rapidamente cederam e convergiram para a paridade de exportação no 1T17.


Desempenho operacional

Safra 2015/16

Soja

Nossa produtividade média obtida foi de 2.580 kg por hectare. Em função das características climáticas apresentadas pelo fenômeno “El Niño”, tivemos um alto volume de chuvas no mês de janeiro/2016 nas Fazendas da região nordeste, o qual prejudicou o desenvolvimento do sistema radicular da cultura, bem como estiagem nos meses de fevereiro, março e abril, que influenciou negativamente o enchimento de grãos da soja.

Algodão

A colheita  iniciou-se em 17/5, sendo que, até 29/7, estávamos com uma área colhida de 66% dos 74.404 hectares. Como a média pluviométrica durante o desenvolvimento da cultura ficou abaixo de nosso histórico e mal distribuída (grande volume de chuvas em janeiro e pouca precipitação em fevereiro, março, abril e maio), principalmente na Bahia, a produtividade foi prejudicada significativamente. Nossa estimativa é atingir 1.250 kg por hectare de produtividade de algodão em pluma.

Milho

A colheita encerrou-se em 20/7. Nossa produtividade obtida foi de 7.774 kg por hectare. Iniciamos a colheita do milho 2ª safra em 1°/6 e já estávamos com colheita em 67% da área de 65.681 hectares cultivados pela Empresa até 29/7. A reduzida quantidade de chuvas em abril e maio limitou o potencial produtivo do milho. Em função disso, nossa estimativa de produtividade foi reduzida para
5.378 kg por hectare.

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